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Os ratos pertencem a Ordem Rodentia, que abrange todos os roedores. Das mais de 1.700 espécies distribuídas pelo mundo, cerca de 125 estão classificadas como pragas e 3 são de grande importância para o homem. São elas: Mus musculus, Rattus norvegicus e Rattus rattus. Estas espécies costumam ocorrer isoladamente, porém em algumas situações podemos ter até duas espécies infestando uma determinada área.

Os ratos são ainda responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças ao homem. A Organização Mundial da Saúde já catalogou cerca de 200 doenças transmissíveis, destacando-se a leptospirose, tifo, peste bubônica, febre hemorrágica, salmonelose, nefrite epidêmica, sarnas, micoses, helmintíases entre outras. Os ratos (Rattus norvegicus e Rattus rattus) urinam várias vezes ao dia e em pequenas quantidades, aproximadamente 40 vezes. Com esta informação e estes sendo vetores de doenças, podemos calcular quantos possíveis focos de contaminação estariam disseminados pelo ambiente.

Exemplo: 10 ratos x 40 (urinadas ) x 365 dias/ano = 146.000 focos disseminados.

Os ratos e camundongos possuem uma capacidade adaptativa que os credenciam a sobreviverem e proliferarem nos mais diversos ambientes, tal qual o homem. São altamente prolíficos, resistentes e possuem uma extrema habilidade corporal que permite transpor obstáculos e caminhar sobre cordas e fios. Se alimentam de diversos produtos de origem vegetal e animal, diariamente consomem aproximadamente um décimo do seu peso em alimento. Possuem dois pares de dentes incisivos, que crescem até 3 mm por semana, necessitando roerem objetos resistentes como cabos elétricos, madeira, plásticos e concreto, a fim de desgastar os dentes.

PROBLEMAS OCASIONADOS PELOS ROEDORES NOS ARMAZÉNS

Consumo direto de alimentos Contaminação e danos nos alimentos Danos estruturais Transmissão de doenças Fontes de reinfestação em áreas adjascentes Custos associados com a operação de controle Métodos de Prevenção

As medidas preventivas englobam todos os mecanismos mecânicos de controle e medidas de higienização. Alimento e abrigo são os fatores essenciais para promover a infestação destas pragas numa determinada área, eliminando-se estes fatores podemos evitar a presença indesejável destes roedores. Algumas medidas devem ser empregadas na rotina diária como por exemplo: remover diariamente do lixo, acondicionar corretamente os alimentos, não jogar lixo em terrenos ou córregos, manter os jardins em bom estado de conservação, remover os entulhos, vedar devidamente esgotos e canais efluentes desativados, não acumular materiais em locais como depósitos e garagens. A presença de ratos em nosso meio se deve muitas vezes as condições favoráveis fornecidas pelo próprio homem.

Veja abaixo algumas dicas que auxiliam na prevenção do ataque de roedores:

Adoção de medidas sanitárias Manejo do ambiente Controle mecânico

Métodos de Controle

A presença de roedores está associada a disponibilidade de alimento, água e abrigo. Acrescentando a estes fatores as características comportamentais e reprodutivas destes animais encontramos uma situação em que o controle somente alcançará o efeito desejado com a adoção de medidas integradas. O controle integrado de roedores envolve basicamente as seguintes etapas: Inspeção Adoção de medidas sanitárias Manejo do ambiente Controle químico Controle mecânico Controle físico

Inspeção como fator de controle

A inspeção é realizada em toda área a ser protegida contra estes roedores, além de uma análise dos fatores externos (vizinhança) que podem estar contribuindo para a infestação. Um estudo das instalações se faz necessário com a confecção de um croqui para demarcação das área críticas, além de uma entrevista com as pessoas familiarizadas com a rotina do local e as atividades visíveis dos roedores. A inspeção fornecerá informações que ajudarão na identificação da espécie presente, nível de infestação, dimensionamento dos fatores que favorecem a presença desses animais: alimento, água e abrigo. Alguns sinais deixados pelos roedores auxiliam na sua identificação, tais como: fezes, danos ocasionados, marcas deixadas no local, trilhas, pegadas, tocas e constatação visual de roedores vivos ou mortos. A determinação do nível de infestação irá auxiliar no dimensionamento do controle a ser realizado, podendo ser realizado através de armadilhas para captura, alimento consumido, ou avaliação da presença de sinais de atividade dos roedores

Adoção de Medidas Sanitárias para o Controle A eliminação de fontes de alimentos e higienização da área são essenciais para o sucesso no controle de roedores. Manter a área externa limpa: sem entulhos, materiais empilhados (madeira, canos, telhas), mato e grama devidamente aparados, poda de galhos de árvores que se projetem sobre a construção. Eliminar ou proteger as fontes de água: fossos, valas, poças estagnadas, poços, caixas d"água e outros reservatórios. Armazenamento adequado e protegido: cereais e forragens, alimentos, rações. Acondicionamento do lixo em recipientes a prova de roedores, ou de difícil acesso. Manutenção adequada das instalações hidráulicas e rede de esgoto.

Manejo do Ambiente

Envolve medidas que mantenham os roedores do lado externo da construção, requerendo, às vezes, alterações na edificação. Fechar todos os orifícios nas paredes externas com argamassa. Instalar dispositivos de auto fechamento nas portas mais utilizadas. Proteger vãos sob as portas ou janelas, com telas ou chapas galvanizadas. Instalação de golas metálicas em pilastras e colunas Controle Químico


veja abaixo as formas de tratamento que oferecemos :

  1. desratização com iscas tipo "bala"
  2. desratização com iscas parafinadas
  3. desratização com pó de contato
  4. desratização com iscas á base de fruta
  5. desratização com caixas de plástico
  6. desratização com manutenção mensal
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